quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Criatividade Nota 10 - Café para Comer
Como vemos todos os dias, o mundo literalmente se reinventa de uma tal maneira muito rápida e criativa, a ponto de gerar novas oportunidades de negócios antes jamais pensadas.
O homem é curioso por natureza, de onde vem a audácia de testar o novo.
E não é que o novo convence!?
Eu já vi bala de café, chocolate de café, doce de café, manjar de café, café para beber (óbvio), e até calcinha comestível sabor café eu sei que existe, mas depois que fiquei sabendo do café para comer eu reflito: "não existem barreiras para a criatividade e ambição humana em mudar tudo, renovar tudo e tentar fazer tudo melhor". PS: exceto no desmatamento da amazônia, mas isso é caso para outro artigo.
O café comestível, ou melhor, café para comer, será lançado no Brasil durante a "Semana Mesa SP 2012", realizada pelo SENAC SP em parceria com a revista Prazeres da Mesa, entre os dias 5 e 9 de novembro em Santo Amaro (SP).
A criação do café para comer é do empresário Flávio Abaurre, da SPA - Indústria de Chocolates Dietéticos; e a consistência do café é obtida pelo processamento dos grãos, transformando-os em uma massa integral comestível.
Diante dessa criatividade surge uma nova categoria no mercado nacional e internacional de cafés, uma vez que ainda não existe nenhum tipo de produto similar no mercado.
Quem quiser saber mais, vale a pena conferir entre os dias 5 e 9 de novembro o evento "Semana Mesa SP 2012". É só entrar em contato com o SENAC SP ou a revista Prazeres da Mesa, e reservar seu convite.
Um grande abraço,
ARTHUR SANTOS
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Controle da Kirin fez bem à Schincariol
Depois de 11 anos patrocinando a Oktoberfest de Igrejinha/RS até com latas personalizadas da Nova Schin, parece que a Kirin ter assumido o controle do Grupo Schincariol fez com que suas marcas ganhassem mais força no mercado e maiores investimentos onde raramente se via algum tipo de atividade; nos pontos de vendas.
Neste ano de 2012, a Schincariol fez um investimento mega milionário na Oktoberfest de Blumenau/SC.
As marcas do portfólio Schincariol tomaram conta dos supermercados e das ruas.
Ações certeiras com a cerveja Nova Schin marcaram presença em mais de 19 pdv's só de Blumenau/SC.
A marca Eisenbahn ganhou um impulso maior neste ano, com ações em mais de 25 revendas/distribuidores. Incentivando o sell-in, comprando 1 caixa da marca você ganhava todo apoio em material promocional. Uma versão exclusiva da Eisenbahn Oktoberfest, com rótulo personalizado foi feita pela 5ª vez consecutiva para prestigiar o evento.
Além da Oktoberfest 2012 em Blumenau, a Schincariol intensificou e muito na região de Campinas/SP a introdução da marca Devassa em bares, restaurantes, choperias, pizzarias, enfim; tudo ligado a vida noturna da cidade e região.
Em estabelecimentos que já tinham a marca em seu cardápio, foram oferecidas bonificações e apoio em ações de marketing no estabelecimento, marketing virtual (redes sociais), e na divulgação em mídias externas.
Dá para notar que a Kirin ter assumido o controle da Schin fez muito bem para a saúde da mesma.
Nova cabeça, novas idéias e novas atitudes.
A Schincariol estava precisando disso.
Após perder a 2ª colocação no ranking cervejeiro para o Grupo Petrópolis com as marcas Crystal e Itaipava; e depois o 3º lugar para a Kaiser, atual Cervejaria Heineken; esperamos que a reação não seja somente para intimidar os concorrentes no início do controle da Kirin, e que isso seja permanente.
Um grande abraço à todos!
Arthur Santos
sexta-feira, 20 de maio de 2011
Você é mais uma "peça"?

Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível"!
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
De repente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
- Alguma pergunta?
- Tenho sim. E Beethoven?
- Como? - o encara o diretor confuso.
- O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio…
O funcionário fala então:
- Ouvi essa estória esses dias, contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso. Afinal as empresas falam em descobrir talen tos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para por no lugar. Então, pergunto: quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico?
O rapaz fez uma pausa e continuou:
- Todos esses talentos que marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram seu talento brilhar. E, portanto, mostraram que são sim, insubstituíveis. Que cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Não estaria na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe, em focar no brilho de seus pontos fortes e não utilizar energia em reparar seus 'erros ou deficiências'?
Nova pausa e prosseguiu:
- Acredito que ninguém se lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo , se Picasso era instável , Caymmi preguiçoso , Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico… O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos. Mas cabe aos líderes de uma organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços, em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Continuou.
- Se um gerente ou coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe, corre o risco de ser aquele tipo de técnico de futebol que barraria o Garrincha por ter as pernas tortas, ou Albert Einstein por ter notas baixas na escola, ou Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Olhou a sua a volta e reparou que o Diretor, olhava para baixo pensativo. Voltou a falar.
- Seguindo este raciocínio, caso pudessem mudar o curso natural, os rios seriam retos não haveria montanha, nem lagoas nem cavernas, nem homens nem mulheres, nem sexo, nem chefes nem subordinados… Apenas peças… E nunca me esqueço de quando o Zacarias, dos Trapalhões, que 'foi pra outras moradas'. Ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim: "Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias... E hoje, para substituí-lo, chamamos…ninguém…Pois nosso Zaca é insubstituível.” – concluiu, o rapaz e o silêncio foi total.
É possível encontrar novos funcionários para as vagas dos que saíram, novos amigos para amenizar a falta dos que estão distantes, novos amores para os corações partidos... Eles, entretanto, nunca terão a mesma essência dos que ficaram para trás.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Boas oportunidades? Fora do Brasil.

terça-feira, 5 de abril de 2011
Formação de Preços: Markdown ou Markup?

Primeiramente, gostaria de agradecer aos leitores do BBM - Blog Brasil Management pelos e-mails com sugestões para as matérias.
Como são muitos e-mails, já estou selecionando alguns assuntos para a criação de artigos e posterior publicação.
Novamente, o meu Muito Obrigado aos leitores que colaboram com o BBM – Blog Brasil Management.
Dando início ao tema da matéria de hoje, Markdown e Markup são palavras constantemente utilizadas pelos departamentos de vendas, pricing, marketing, entre outras; mas muita gente ainda tem dúvidas sobre quando e como utilizar, e até mesmo sobre o que são estas palavras.
Apesar de terem funções semelhantes, as duas palavras são interpretadas de formas diferentes, sendo Markdown a margem sobre a venda, e Markup a margem sobre o custo.
Para entender a dinâmica para formação dos 2 tipos de preços de venda, vou exemplificar nos cálculos abaixo.
1) MARKUP
Um produto custa R$ 100,00 e você pretende aplicar a margem de 20%.
R$ 100,00 x 20% = R$ 120,00
Sendo assim, temos o preço de venda em R$ 120,00.
A margem que teremos neste caso será de R$ 20,00.
IMPORTANTE: Muita gente usa o Markup como única e exclusiva modalidade para a formação de preços, o que ao meu ver é uma forma totalmente errada.
Inclusive, digo que o Markup é uma forma errada de se formar preços e não aconselho a utilização, pois sobre essa margem de R$ 20,00 citada no exemplo anterior, incidem o CO (custo operacional), IV (impostos de venda) e ainda o LUCRO.
O IMPOSTO irá incidir sobre o PREÇO DE VENDA, não sobre o PREÇO DE CUSTO.
Aproveitando os dados do exemplo anterior, suponhamos que o seu imposto de venda seja de 13%:
R$ 120,00 x 13% = R$ 15,60 é imposto.
Sua MARGEM, conforme visto acima era de R$ 20,00, subtraindo os impostos, restam R$ 4,40 para você tirar o CO e seu LUCRO.
2) MARKDOWN
Precisamos entender primeiramente que quem dita o preço é o mercado, a lei da oferta e procura, e claro, a sua concorrência.
No Markdown seu preço de venda será determinado por uma série de fatores.
Além dos itens acima, ainda podemos citar o estoque atual, importância do produto para os consumidores ou Curva ABC, dentre outros diversos indicadores que nos permitem avaliar melhor a composição dos preços.
Por isso, é muito importante ter uma gestão de preços alinhada ao mercado, identificando tendências, aliado sempre ao Trade Marketing, identificando o perfil do shopper e as características de cada key-account, desenvolvendo um planejamento para cada conta.
O planejamento de Trade Marketing deve levar em consideração não só o Calendário Promocional, mas também critérios específicos de negociação e formas de atuação em cada conta, para elevar a rotatividade dos produtos nas gôndolas, gerar maiores pedidos, e conseguir negociar aquela famosa Verba de Fornecedor, para baixo.
Mas isso é história para outro momento quando iremos falar do Trade Marketing desde sua concepção, sua história, aplicação, métodos, formas de controle e avaliação de resultados.
Por isso é sempre bom reforçar!
FABRICANTES, invistam no treinamento da sua equipe e em agregação de serviços nos PDV’s.
Por enquanto este é um dos melhores meios para não se gastar milhares de reais com Verbas que irão compor o caixa de seu cliente, e ainda ter a oportunidade de fortalecer sua equipe com treinamentos constantes, deixando-os afinados com o mercado.
Espero ter contribuído para seu melhor entendimento sobre a composição dos preços de venda.
Como sempre estamos em constante aprendizado, espero sua contribuição para o tema.
quarta-feira, 30 de março de 2011
Leilão Virtual - Modernidade que vicia e te deixa menos rico


quinta-feira, 24 de março de 2011
O impacto das Redes Sociais na sua empresa


