
segunda-feira, 7 de março de 2011
Quanto custa sua gôndola?

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Doux Frangosul - Boicote de Fornecedores

A Doux Frangosul, terceira maior fabricante de carnes do país, passa por dificuldades e eleva a queda nas vendas para o mercado externo no ano de 2010.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Wal-Mart é Preço Baixo Todo Dia - Nova estratégia para ganhar o mercado brasileiro

Fugindo das tradicionais promoções de dias de semana, o Wal-Mart tenta reproduzir no Brasil a já consagrada estratégia realizada no México, onde possui sua maior participação de mercado fora dos EUA.
A partir de hoje, o Wal-Mart não atua mais com saldões em sua rede de supercenters, e lança a estratégia de ter o melhor preço, em todos os produtos, durante todos os dias da semana.
O recado da nova estratégia na TV brasileira fica por conta de Marília Gabriela, jornalista e atriz.
A garantia dos preços baixos é devida a uma renegociação com os fornecedores, onde o Wal-Mart aumenta as verbas promocionais conseguindo maiores descontos.
Estes descontos, ao invés de serem considerados como lucro pela rede, serão agora revertidos em desconto aos clientes.
Boa estratégia lançada pela rede após a massificação das promoções semanais.
Quarta é dia de Feira! Quinta é o dia da Carne! Esta estratégia não "roda" mais no Wal-Mart Brasil.
Agora no Wal-Mart é dia todo dia.
Vamos esperar agora a reação dos concorrentes, que provavelmente devem captar a mensagem, baixar seus preços, e acabar copiando a estratégia para tentar pausar o crescimento da rede e tentar ganhar uma maior fatia deste mercado.
Um grande abraço,
ARTHUR SANTOS
sábado, 9 de maio de 2009
Kraft Foods - Venda cai e lucro sobe

terça-feira, 5 de maio de 2009
Wal-Mart abre loja ecoeficiente em São Paulo

sábado, 2 de maio de 2009
Mabel abrindo novos horizontes

sexta-feira, 1 de maio de 2009
CONSUMO: Tempo bom para o fast food

quinta-feira, 30 de abril de 2009
DIA amplia sua rede para 14 lojas na região de Ribeirão Preto-SP

quinta-feira, 16 de abril de 2009
A Crise no setor de Bebidas e Alimentos - 2009 -

A crise econômica deve afetar as vendas das fabricantes de bebidas e alimentos este ano. Apesar da previsão de alta das vendas reais e da produção, o crescimento deve ser menor em 2009 em relação ao observado em 2008, segundo estimativas da Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia). O faturamento nominal das empresas fechou o ano passado em cerca de R$ 265 bilhões, de acordo com previsões da entidade, em relação aos R$ 230 bilhões de 2007, quando cresceu 10%. Descontada a inflação de 16,69% registrada até novembro de 2008, o crescimento real deve ficar um pouco acima de 2%. Em 2007, o crescimento real das vendas foi de 2,9%. Para este ano, a expectativa é fechar o ano com crescimento real das vendas entre 1,4% e 2%."Não foi um ano ruim. Foi um ano considerado bom dado o tamanho da crise", afirmou Denis Ribeiro, coordenador do departamento de economia da Abia.Apesar do otimismo do economista, 2008 foi o segundo ano consecutivo em que as vendas reais cresceram abaixo da estimativa da associação. Em 2007, a previsão inicial era crescer até 4% e no início de 2008 a expectativa de crescimento girava em torno de 3,5%. Nos dois anos, o principal vilão das vendas foi o índice inflacionário. "Em semielaborados (arroz, feijão, leite, entre outros), por exemplo, tivemos um ano de muita oscilação", explicou Ribeiro. Com base em dados da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), Ribeiro informou que no acumulado de 2008 até novembro a inflação dos semielaborados alcançou 13%. Em doze meses até novembro de 2008, a alta chega a 18,7%.Nos industrializados, a alta dos preços ficou um pouco abaixo: 8,6% no acumulado de 2008 até novembro e 9,6% nos doze meses até novembro.
Produção
A produção das indústrias da alimentação fechou 2008 com alta de 5% no ano passado, segundo estimativas da Abia. Para 2009, o crescimento do volume de produção deve se um pouco menor e ficar entre 2,5% e 3,5%. Segundo Ribeiro, a desaceleração das economias dos países desenvolvidos deve impactar nas vendas das fabricantes de alimentos no Brasil. "Eles (os países desenvolvidos) representam cerca de 50% do consumo mundial", disse o economista. "Além disso, temos uma desaceleração do crescimento nos mercados emergentes", afirmou. Segundo ele, os emergentes representam 25% do consumo mundial de alimentos.Diante de um cenário de desaceleração global, as exportações podem ser afetadas. De acordo com Ribeiro, cerca de um quarto da produção de alimentos no Brasil é exportada. "Vamos ter dificuldades, mas de alguma forma temos os mercados emergentes para exportação", disse. "Resta saber como vai se comportar os outros três quartos que representam o mercado interno", afirmou.Para conseguir enfrentar os piores momentos da crise, que Ribeiro acredita que será amenizada a partir do segundo semestre deste ano, as empresas devem "trabalhar diluindo custo fixo, não formar estoques, ter uma programação de produção enxuta e acompanhar as vendas"."Este será um ano difícil, mas vai dar para remar", concluiu o economista.
Apoio de texto: Gazeta Mercantil